Homem de 62 anos refere dispneia progressiva, piora da tosse e aumento da produção de escarro por vários dias. Ele é fumante ativo com história de doença pulmonar obstrutiva crônica, em uso de fluticasona/salmeterol e salbutamol. Sua tolerância ao exercício agora está limitada a sair da cama, com piora da sua linha de base. O teste de função pulmonar recente mostra: capacidade vital forçada (CVF) de 3,52 L; volume expiratório forçado de 1º segundo (VEF1) de 40%; VEF1/CVF de 40%; ausência de resposta à broncodilatação. Ele teve 3 internações nos últimos 12 meses.
A conduta que tem maior probabilidade de reduzir a chance de reinternação hospitalar dele é associar