A partir da literatura crítica do Serviço Social sobre os movimentos sociais é correto afirmar que:
A contradição de classe confere centralidade às lutas por emancipação social por constituir o fundamento que imprime particularidade ao modo de produção capitalista.
É ingenuidade política e, principalmente, teórica traçar diferenciações entre movimentos sociais e mobilizações sociais, pois ambos expressam um descontentamento com a ordem social capitalista.
O reformismo, no Brasil, - a principal corrente política das organizações sindicais - exerceu influência nas primeiras lutas do trabalho, como redução da jornada de trabalho, melhorias salariais, seguro contra acidente de trabalho.
O surgimento dos movimentos sociais, no Brasil, é uma determinação da conjuntura socioeconômica dos anos de 1990.
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