Uma paciente com 34 anos de idade, com gestação tópica e única de 37 semanas, procurou atendimento de enfermagem para consulta de pré-natal. Durante a conversa com a enfermeira, a gestante relatou que, até a trigésima semana de gestação, não havia iniciado acompanhamento médico ou nutricional. Informou, ainda, que, há três anos, foi submetida à cirurgia bariátrica e evoluído sem intercorrências. Ao analisar os resultados dos exames realizados nas primeiras consultas de pré-natal, a enfermeira constatou que a sorologia para HIV estava reagente e, de acordo com informações médicas relatadas no prontuário de sorologias subsequentes, a gestante fora diagnosticada como soropositiva para o HIV. Os últimos exames complementares realizados revelaram carga viral de 2.500 cópias/mL e contagem seriada de linfócitos T CD4+ acima de 600 células/mm³. A paciente apresentou, também, resultado de colpocitologia oncótica compatível com ASC-H (atipia de significado indeterminado de células escamosas), além de possível lesão intraepitelial de alto grau. Com base no caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Mulheres HIV positivas com CD3 abaixo de 200 células/mm³ devem ter priorizada a correção dos níveis de CD4 e, enquanto isso, devem ter o rastreamento citológico a cada seis meses.