Um homem de 25 anos morando em Curitiba foi internado em um hospital psiquiátrico por apresentar o seguinte quadro na época, relatado por sua mãe: agressividade física repentina, olhar parado no horizonte, conversa com pessoas invisíveis, e isolamento dos demais há cerca de 2 anos. Depois de 3 anos de tratamento com uso de antipsicótico, está em sua oitava internação e não melhorou. Apresenta quadro de mudez, passa horas em uma posição, curvando-se em posição pétrea, mas responde a ordens simples e não faz nada espontaneamente.
A hipótese diagnóstica desse paciente é: