As recomendações da Brain Trauma
Foundation (BTF) e da Neurocritical Care Society (NCS)
para o manejo do traumatismo cranioencefálico grave e
do edema cerebral priorizam cabeceira elevada,
analgesia e sedação otimizadas, manutenção de PaCO₂
entre 35–40 mmHg, soluções hiperosmolares (manitol ou salina hipertônica), prevenção de hipotensão,
monitorização de sódio e osmolaridade, reavaliações
contínuas com neuroimagem e indicação
neurocirúrgica quando necessária. Qual proposição
expressa mais adequadamente esse arranjo
terapêutico?