Ao discutir sobre as variedades linguísticas e as políticas de ensino de Língua Portuguesa, Rosa Virgínia Mattos e Silva (2004, p. 34) argumenta:
"Fugindo-se das posições exclusivas e extremistas que defendem o purismo linguístico, ou seja, a estrita observância de uma norma ideal prescrita por incertos sabedores, ou o populismo linguístico que renega qualquer norma e admite qualquer uso linguístico como adequado a qualquer usuário, em qualquer situação de comunicação, deve-se defender que seja dada ao falante - e será esse o trabalho ao ensinar-se o falante nativo - a possibilidade de conhecer, para poder escolher conscientemente, as formas de uso de sua língua entre as diversas formas de se manifestar que ela pode oferecer."
(SILVA, R. V. M e. O português são dois. São Paulo:
Parábola Editorial, 2004.)
É possível inferir dessa afirmação que a autora espera que a escola