O Diabetes mellitus é uma doença caracterizada pelo comprometimento do metabolismo da glicose, devido à deficiência total ou parcial da produção do hormônio insulina, resultando em adaptação metabólica ou alteração fisiológica em quase todas as áreas do organismo. O diabetes na infância aumentou gradativamente, tornando-se o distúrbio endócrino mais frequente, particularmente, o diabetes tipo 1 (DM1), com alta incidência em menores de 5 anos. Sobre os cuidados prestados aos pacientes com essa doença pela equipe de enfermagem, considere as seguintes afirmações.
I - Cabe à equipe de enfermagem demonstrar a forma de aplicação da insulina, demonstrar a técnica de aplicação de medicação subcutânea e desincentivar o rodízio dos locais de aplicação.
II - A inapetência pode ser comum entre os pacientes internados, e a presença de hiperglicemia pode, equivocadamente, retardar a introdução de terapias de suporte nutricional.
III - As insulinas podem ser administradas por meio de seringas descartáveis ou canetas de aplicação, com graduação em Unidades Internacionais (UI). As seringas disponíveis são comumente graduadas a cada três UI, e as canetas permitem até mesmo o uso de doses de 0,5 UI, apresentando grande vantagem para crianças e adolescentes em que o ajuste insulínico é pequeno.
IV - Algumas manifestações clínicas do diabetes em crianças/adolescentes são: polifagia, anúria, polidipsia, perda de peso, enurese, irritabilidade, aparência cansada.
V - Segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, um dos critérios diagnósticos para Diabetes mellitus é glicemia de jejum maior ou igual a 126 mg/dL.
Quais estão INCORRETAS?