A vida cotidiana é a vida do homem inteiro; ou seja, o homem participa na vida cotidiana com todos os aspectos de sua individualidade, de sua personalidade. Nela, colocam-se “em funcionamento” todos os seus sentidos, todas as suas capacidades intelectuais, suas habilidades, seus sentimentos, paixões, ideias, ideologias. De acordo com Duarte (1993), baseado em Heller, “as atividades cotidianas do indivíduo referem-se ao conjunto de atividades que caracterizam a representação de cada indivíduo a partir da reprodução da sociedade”. Nessa ideia insere-se o conceito, que se apresenta na linguagem e nos costumes. Outro conceito importante refere-se à formação de uma relação consciente do indivíduo com sua vida cotidiana.
(DUARTE, 1993.)
A história do cotidiano tem-se convertido em uma das correntes assumidas por gerações de historiadores preocupados com uma história social capaz de redimensionar a visão política. Neste sentido,