O termo “trato de sistemas” foi primeiramente definido por Brown e Fisher (1977) como elo entre os sistemas deposicionais contemporâneos, em que um sistema deposicional é considerado como uma assembleia 3D de litofacies, geneticamente relacionada por processos e ambientes ativos (modernos) ou inferidos (antigos). Dessa forma, um trato de sistemas é descrito como uma unidade deposicional 3D, cujos limites são feições deposicionais terminais de onlap, downlap, etc.
Certo trato de sistema se caracteriza por duas partes: uma inicial, como uma unidade de leques submarinos depositados durante um rebaixamento relativo do nível do mar, e um subsequente conjunto de topset/clinoformas, inicialmente progradante, que se torna agradante e é depositado durante uma lenta elevação do nível do mar relativo. A denominação correta desse trato de sistema é trato de sistema: