Os autores Iamamoto e Carvalho pressupõem que o Assistente Social “reproduz, [...] pela mesma atividade, interesses contrapostos que convivem em tensão. Responde tanto a demandas do capital como do trabalho e só pode fortalecer um ou outro polo pela mediação do seu
oposto.”.
De acordo com essa informação, pode-se inferir:
Os autores adotam uma perspectiva de análise estrutural funcionalista para a compreensão da atividade profissional.