O uso de TENS e FES na dor crônica
musculoesquelética é objeto de controvérsias
científicas. Enquanto estudos randomizados (Johnson,
2014; Vance et al., 2014) sugerem eficácia moderada
na modulação nociceptiva, revisões sistemáticas
(Gibson et al., 2019) apontam heterogeneidade
metodológica e ausência de efeitos sustentados em
longo prazo. Nesse sentido, qual proposição sintetiza
com maior acuidade a compreensão contemporânea da
eletroterapia na dor crônica?