Homem, 70 anos, apresenta fratura de fêmur, tendo recusado tratamento cirúrgico. Dois dias após, evolui com dispneia súbita e realiza angiotomografia de tórax que mostra tromboembolismo pulmonar em artéria pulmonar direita. Evolui, logo após, com parada cardiorrespiratória em atividade elétrica sem pulso. Iniciada ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e considerada terapia trombolítica. Nesse contexto, é correto afirmar que a terapia trombolítica