No século XIX, duas correntes se destacaram no campo da conservação e da restauração. A primeira corrente possuía um caráter intervencionista. Entendia que complementos e intervenções eram necessários, e que eram feitos com base em estudos estilísticos. Também entendia que se podia realizar a remoção de acréscimos nas obras de arte, sempre com a preocupação central de se manter uma suposta, ou desejada, unidade estilística. A segunda corrente defendia uma postura unicamente de conservação. Só eram aceitáveis trabalhos de consolidação; tratamentos estéticos eram considerados desnecessários.
A primeira e a segunda corrente citadas acima, foram encabeçadas respectivamente por