Dentre as formações do inconsciente, o sintoma comporta uma fixidez que lhe é própria, diferentemente
dos atos falhos que têm a duração de um breve instante. Em inibições, sintomas e ansiedade (1926), a
propósito da neurose obsessiva, Freud torna mais clara esta peculiar inércia do sintoma ao indicar que a
formação de sintomas triunfa se conseguir combinar: