Ao tratar da leitura de gibis, o autor contrapõe
a complexidade das histórias antigas, ainda que o bem sempre triunfasse, ao maniqueísmo dos quadrinhos recentes, em que o que sobressai é a pura maldade.
a bondade dos meninos de seu tempo à ausência da prática da virtude no mundo atual, em função da ausência de heróis em que se espelhar.
a virtude como aspiração pessoal, despertada pelo exemplo dos heróis, ao dever de praticar o bem, imposto pelas instituições sociais.
os heróis dos quadrinhos antigos, voltados para a prática do bem, aos personagens maléficos das histórias surgidas depois dos anos 1970 e 80.
o aprendizado que levava à prática do bem, proporcionado pelos quadrinhos, àquele sem nenhum efeito prático, propiciado pelas instituições sociais.
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