Com as tensões latentes e, após o exemplo dos inconfidentes mineiros, a Coroa portuguesa passou a vigiar mais de perto seus súditos da América. Em 1794, membros da Sociedade Literária do Rio de Janeiro foram acusados de conspiração. Denunciados às autoridades locais pelas reuniões noturnas, dez integrantes permaneceram presos por mais de três anos. Para a metrópole, desbaratava-se a suposta Conjuração do Rio de Janeiro e afastava-se o risco de uma nova Rebelião (Campos, 2009). No Brasil oitocentista, essas e outras revoltas, na maioria das vezes duramente reprimidas pela metrópole lusitana, tinham também em comum: