Schellenberg, em 1959, definiu os campos de atuação das bibliotecas e dos arquivos, estabelecendo um paralelo entre eles e ressaltando suas características principais. Ao afirmar que a significação do acervo documental, nas bibliotecas, não depende da relação que os documentos tenham entre si, enquanto nos arquivos tal significação é orgânica, o autor referia-se