Paciente de 24 anos é admitido após queda de altura com traumatismo cranioencefálico grave. Apresenta Glasgow 6, pupila direita midriática e tomografia com hematoma epidural temporal volumoso, desvio de linha média e apagamento de cisternas basais. Enquanto se organiza a abordagem neurocirúrgica definitiva, ocorre deterioração hemodinâmica e aumento progressivo da bradicardia com hipertensão arterial. Diante do exposto, a intervenção apropriada como medida de ponte para reduzir lesão secundária, sem atrasar o tratamento definitivo, deve ser:
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