Paciente de 45 anos, tabagista, dislipidêmico, diabético tipo II e insulinodependente, comparece para atendimento de urgência com quadro de dor torácica retroesternal, sendo diagnosticado infarto agudo do miocárdio. Foi monitorizado, apresentando quadro de ritmo ideoventricular acelerado com estabilidade hemodinâmica. Nessa situação, a melhor conduta a ser adotada é