Costuma-se apontar a inspiração fascista das iniciativas educacionais
do Governo Vargas, Fausto (2002), entretanto, ressalta que,
mesmo no curso da ditadura do Estado Novo (1937-1945), a educação
esteve impregnada de uma mistura de valores hierárquicos,
de um conservadorismo católico, mas sem tomar a forma de uma
doutrinação fascista. A política educacional getulista ficou essencialmente
nas mãos de jovens políticos mineiros, como os ministros:
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