Sobre o transtorno dissociativo de identidade (TDI), é correto afirmar que
apesar de ser um critério diagnóstico essencial, a amnésia dissociativa se restringe exclusivamente a eventos relacionados a traumas específicos, sem interferir na memória de eventos cotidianos ou na capacidade de formar novas memórias.
são robustas as evidências que mostram que a contribuição crucial de fatores genéticos no desenvolvimento do transtorno supera os fatores de risco ambientais.
a manifestação de estados de identidade distintos envolve não apenas alterações comportamentais e perceptivas, mas frequentemente diferenças fisiológicas consistentes entre os estados, como alterações nos padrões de EEG e neuroimagem funcional.
a redução do volume de massa cinzenta pré-frontal medial é proposta como correlato central na fisiopatologia do TDI, o que pode estar relacionado à regulação emocional e memória de trabalho prejudicadas.
embora frequentemente associado a experiências traumáticas precoces, são baixas as taxas de comorbidade com TEPT e transtornos depressivos maiores, assim como o risco de suicídio.
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