Em relação ao tratamento do transtorno bipolar com lítio, é correto afirmar que
alguns estudos comprovam que o uso de lítio diminui em até cinco vezes os riscos de suicídio e em até dez vezes as tentativas de suicídio ao ano.
o lítio é metabolizado pela isoenzima CYP3A4 e sua grande variabilidade de expressão entre os indivíduos apresenta alto impacto na eficácia do fármaco.
o uso da teofilina e da aminofilina, em conjunto com o lítio, pode aumentar a litemia por mecanismo desconhecido.
pacientes com estados mistos ou com ciclagem rápida não apresentam resposta à terapêutica com lítio.
em casos de intoxicação com lítio, a mortalidade é alta, em torno de 20%, e sequelas neurológicas irreversíveis são frequentes.
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