É movediço o terreno em que se assenta o ensino da gramática, porque se observam diversas opiniões, e algumas se opõem diametralmente, como a de Bagno (in BAGNO, M. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 15 ed. São Paulo: Loyola, 2002, p. 119): “O ensino da gramática normativa mais escrita, a obsessão terminológica, a paranóia classificatória, o apego à nomenclatura – nada disso serve para formar um bom usuário da língua em sua modalidade culta” e a de Evanildo Bechara extraída de http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/tag/evanildo-bechara (acesso em 19/01/15): “Não resta dúvida de que ela (a norma culta de uma língua) é um componente determinante da ascensão social. Qualquer pessoa dotada de mínima inteligência sabe que precisa aprender a norma culta para almejar melhores oportunidades. Privar cidadãos disso é o mesmo que lhes negar a chance de progredir na vida”.
Assim, na sua prática pedagógica, buscando atingir os objetivos elencados pelos PCN para o ensino e a aprendizagem de língua portuguesa, o que deve fazer o professor de língua portuguesa, usando, por óbvio, o bom senso?