Caso clínico referente a questão:
Paciente 48 anos, sexo feminino, moradora de zona rural, previamente hígida, procurou o Pronto Socorro com quadro de síncope e com queda da própria altura e fratura da clavícula. Não fazia uso de medicações de rotina. Você estava de plantão no Pronto Socorro e como parte da investigação de rotina solicitou um eletrocardiograma representado na próxima figura.

Você é chamado para atender um paciente que apresenta bradicardia com frequência cardíaca e de pulso de 48 bpm, segundo a enfermeira de plantão. Esta profissional instalou cateter nasal de oxigênio 3 I/min, providenciou acesso venoso periférico e instalou monitor multiparamétrico. O paciente tem 62 anos e está internado em pré- operatório de cirurgia eletiva de colecistectomia. Pelo seu exame observa-se PA de 90 x 60 mmHg, e sonolência excessiva não relatada antes. O monitor confirma frequência cardíaca entre 46 e 48 bpm e saturação deO2 de 85%. Está normoglicêmico e o ECG é compatível com BAV do I grau. A primeira medida deve ser: