Além do acidente vascular encefálico (AVE), traumatismos cranioencefálicos (TCE), infecções do sistema nervoso central, encefalopatias tóxico-metabólicas e distúrbios neuromusculares são doenças que podem ser classificadas como fatores de risco para disfagia.
Antes da avaliação fonoaudiológica e diariamente durante todo o processo terapêutico, é importante verificar em que nível da escala de coma de Glasgow o paciente encontra-se, uma vez que dependendo do escore encontrado, não é possível iniciar a avaliação ou prosseguir os atendimentos.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta os indicadores contidos na Escala de Glasgow.