Ser centenário: estamos a caminho da democratização desse marco?
Ganhar não apenas duas ou três décadas de expectativas de vida, e sim ultrapassar a barreira dos 100 anos como um fato corriqueiro - será que já estamos trilhando esse caminho? Para o escritor Jean-Pierre Fillard, autor do best-seller "Is man to survive science?" ("O homem sobreviverá à ciência?"), não há mais dúvidas sobre a questão.
Ele acabou de lançar "Longevity in the 2.0 world: would centenarians become a commonplace?" (em tradução livre: "Longevidade no mundo 2.0: centenários se tornarão um lugar comum?"), que mostra a magnitude do impacto da era digital no perfil demográfico do planeta. Segundo o autor, os avanços tecnológicos entre os séculos 20 e 21 nas áreas de genética, biologia, inteligência artificial e "big data", elevaram a saúde a um novo patamar, sendo que o fenômeno da longevidade mudará completamente o perfil da sociedade Fillard dá um passo além e provoca: talvez estejamos no limiar de boa parte da população se tomar centenária, uma condição que, até agora, está restrita a poucos indivíduos, a maioria favorecida pela genética.
(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 12 de dezembro de 2019)
“[...] talvez estejamos no limiar de boa parte da população se tornar centenária, [...]”.
Analisando o termo destacado, pode-se afirmar que na frase exerce função morfológica de: