Um meteorologista de uma empresa foi solicitado a estimar a
intensidade do vento no nível da chaminé de uma fábrica, pois
uma operação de emissão de poluentes estava prestes a ocorrer.
Ao consultar os dados da torre meteorológica próxima, percebeu
que o sistema estava fora do ar. Sem alternativa, decidiu testar um
protótipo em desenvolvimento: um anemômetro embarcado em
um drone. O drone foi lançado e seguiu em direção ao norte com
velocidade de 50 m/s. No nível de voo, a intensidade do vento
aumenta em direção ao norte à razão de 0,03 m/s por quilômetro.
A bordo do drone, a intensidade do vento cresce à taxa de 36 m/s
por hora. Com base nesses dados, o meteorologista calculou a
tendência local da intensidade do vento, ou seja, a variação
temporal da intensidade medida por um observador quase-estacionário próximo ao drone, no instante em que ele se
aproximava da saída da chaminé.
Sabendo que a condição inicial de vento era nula e considerando um intervalo de 10 min, a velocidade estimada pelo meteorologista foi de
Sabendo que a condição inicial de vento era nula e considerando um intervalo de 10 min, a velocidade estimada pelo meteorologista foi de