Paciente de 74 anos, portador de cardiomiopatia dilatada de etiologia isquêmica, foi internado com quadro de insuficiência cardíaca descompensada, fria e úmida. Está em tratamento otimizado com betabloqueador, espironolactona, IECA e diuréticos. Esta já é sua quarta internação em um ano pelo mesmo motivo. A cinecoronariografia realizada há um mês mostra coronariopatia difusa, grave, sem indicação para revascularização. O ECG evidencia BCRE com QRS = 150 ms, ritmo sinusal e PR = 220 ms. A FE ao ECO é de 32%. Qual é a melhor conduta após a estabilização clínica?