A atenção primária em saúde, estruturada em suas diferentes modalidades (Programa Médico de Família, Programa de Saúde da Família), tem potência para interferir nas condições socioeconômicas, culturais e ambientais (condições de vida e trabalho, saneamento, redes comunitárias) de uma determinada população, buscando, assim, reduzir as desigualdades e inequidades em saúde. Ela ainda se baseia em modelo explicativo que articula as diferentes dimensões da vida, apontando o papel da estrutura social como modeladora da produção da saúde e da doença.
Esse modelo é identificado como: