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3958924 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUVEST
Orgão: USP
“À medida que exploramos mais profundamente o panorama infantil em um cenário de restrições, percebemos a complexidade à qual essas vidas estão expostas. (...) Sob o olhar empático das autoras, é possível compreender tanto a necessidade de intervenções invasivas e dolorosas quanto a maneira como esses procedimentos podem e devem ser realizados, estimulando e valorizando o vínculo terapêutico com a equipe que acompanha o cuidado no dia a dia. A forma como o profissional de saúde percebe e interage com seu ambiente de trabalho é destacada, com ênfase na importância de um olhar compreensivo e disponível, evidenciando como essa abordagem é crucial para a qualidade do cuidado e a eficácia dos resultados em saúde”. (Santos, 2024, p. 176).

Santos, V. T. R. Crianças que não veem o sol, de Rosilene Aparecida dos Santos e Maria Cecília de Souza Minayo. Desidades, v 39, n. 12, 2024.

O trecho transcrito integra uma resenha crítica do livro “Crianças que não veem o sol”, obra que aborda a internação prolongada na infância e analisa fatores que contribuem para a vivência desse processo por crianças e suas famílias, muitas vezes submetidas a longos períodos de hospitalização, procedimentos invasivos e uso contínuo de medicações.

Considerando esse contexto e tendo em vista a internação infantil e a atuação da Terapia Ocupacional, quais as contribuições que esse campo pode oferecer para facilitar o processo de internação?
 

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