Uma criança de 5 anos apresenta seletividade alimentar extrema, consumindo apenas alimentos ultraprocessados. Com base no caso, é CORRETO afirmar que:
A seletividade alimentar é comum e não requer intervenção, pois tende a se resolver espontaneamente.
O histórico alimentar restrito deve ser considerado irrelevante se o crescimento estiver dentro dos padrões.
A avaliação clínica deve se restringir ao peso e estatura, sem necessidade de investigar hábitos alimentares.
A seletividade alimentar persistente pode indicar risco de deficiências nutricionais ocultas, exigindo intervenção multiprofissional.
O consumo de ultraprocessados não impacta a saúde infantil se houver aporte calórico suficiente.
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