Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Guaraniaçu-PR
Segundo o manual de fitopatologia, sobre as doenças e os sintomas na fitopatologia, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Gomose.
(2) Mancha do halo amarelado.
(3) Mancha púrpura.
(4) Fusariose.
(5) Crestamento bacteriano.
(6) Mosaico.
( ) Amarelecimento generalizado das folhas, lembrando deficiência de nitrogênio. A seguir ocorre queda das folhas e exposição dos ramos. Frutos raramente apresentam sintomas da doença. É comum ocorrer, no entanto, um repentino aumento na produção de frutos menores na fase que antecede a morte das plantas; de um modo geral a doença só é percebida em estádio muito avançado.
( ) O patógeno é capaz de infectar todas as partes da planta. Em frutos ainda verdes, observa-se exsudação de goma na sua superfície. Há uma tendência de amarelecimento precoce. Com a evolução da doença, as partes lesionadas internas dos frutos perdem a rigidez, encolhem-se, e os frutos tornam-se deformados. No estádio final, podem ser parcial ou totalmente afetados, perdem a rigidez e se mumificam, podendo ocorrer um crescimento rosado do fungo nos tecido mais externos. Normalmente, os tecidos infectados do talo exalam odor característico de bagaço de cana em fermentação.
( ) Os sintomas do grupo manteiga, na fase adulta, são de fácil reconhecimento: mosqueado, distorção e amarelecimento foliares, podendo desenvolver necrose de nervuras na dependência do cultivar, resultando na má formação ou distorção das cabeças. Clareamento de nervuras e mosaico são comuns em plantas jovens e adultas. Esses sintomas são menos visíveis em cultivares com presença de antocianina.
( ) Os primeiros sintomas aparecem caracteristicamente nas folhas e, em alguns casos, nas hastes florais, sob a forma de pequenas pontuações (2-3mm), de aparência aquosa e formato irregular que logo desenvolvem um centro esbranquiçado. As lesões podem coalescer, levando à murcha e enrugamento das folhas muito afetadas, a partir do ápice.
( ) A doença aparece precocemente em folhas novas na forma de manchas ovais, cloróticas, com 0,5 a 2cm de diâmetro, que se formam em volta de pontos de infecção marrom-acinzentados. Em volta destas lesões são visíveis os halos verde-claros no início e, posteriormente, amarelos. Várias manchas podem coalescer, tomando todo o tecido e matando a folha no sentido da base para o ápice. Além das folhas, os colmos, os coleóptilos, as glumas e as bainhas podem ser afetados.
( ) A doença é comum em folhas, mas pode ser encontrada em outros órgãos da planta, como hastes, pacíolos e vagens. Os sintomas nas folhas surgem como pequenas manchas de aparência translúcida (anasarca), circundadas por um halo de coloração verde amarelada. Essas manchas, mais tarde, necrosam, com contornos aproximadamente angulares, e coalescem, formando extensas áreas de tecido morto entre as nervuras secundárias.