De acordo com Furlan (2014), para compreender a espacialização dos seres vivos é preciso reunir aptidões em campos do conhecimento muitos distintos, pois trata-se de uma ciência essencialmente interdisciplinar, que envolve conceitos da botânica, zoologia, ecologia, antropologia, biologia da conservação, entre outros. Além dos conteúdos dessas áreas de conhecimento, que podem ser considerados externos ao campo específico da Geografia, é imprescindível relacionar a espacialidade dos seres vivos com o modo como as sociedades humanas vem atuando sobre ela.
(Educação Geográfica – teorias e práticas docentes, 2014)
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