Em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a equipe multiprofissional solicita a intervenção da psicóloga ou do psicólogo para lidar com a família de um paciente de 45 anos, com prognóstico de terminalidade irreversível. A equipe médica relata uma dificuldade de comunicação, pois a esposa do paciente apresenta comportamento hostil, questionando constantemente os procedimentos técnicos e exigindo terapias fúteis (obstinação terapêutica).
Fonte: FRANCO, M. H. P. (Org.). Formação e atuação em Psicologia Hospitalar. São Paulo: Summus, 2017. (Capítulo específico sobre Luto nas Instituições de Formação e atuação em Psicologia Hospitalar Saúde).
O enfermeiro-chefe sugere que a família está em processo de negação. Com base nas contribuições de Maria Helena Pereira Franco sobre o luto e a atuação psicológica em equipe, a conduta CORRETA da psicóloga e do psicólogo deve ser:
Fonte: FRANCO, M. H. P. (Org.). Formação e atuação em Psicologia Hospitalar. São Paulo: Summus, 2017. (Capítulo específico sobre Luto nas Instituições de Formação e atuação em Psicologia Hospitalar Saúde).
O enfermeiro-chefe sugere que a família está em processo de negação. Com base nas contribuições de Maria Helena Pereira Franco sobre o luto e a atuação psicológica em equipe, a conduta CORRETA da psicóloga e do psicólogo deve ser: