realizar uma orientação diretiva, circunscrevendo-se ao âmbito pedagógico e coletivo e não tendo, portanto, caráter de aconselhamento individual.
adotar uma visão pluralista de sexualidade e abrir espaço para que a pluralidade de concepções, valores e crenças dos discentes possa ser expressa, mas, também, confrontá-los, pois geralmente refletem preconceitos inculcados pelas famílias.
trabalhar os conteúdos já transversalizados nas diferentes áreas do currículo e, também, extraprogramação, sempre que surgirem questões relacionadas ao tema.
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