Sobre a relação acompanhante terapêutico e acompanhado, descrito no texto de Porto (2013), pode-se dizer que:
É fundada em uma novidade absoluta, pois tanto o AT como o acompanhado chegam sem uma história anterior.
É uma relação terapêutica e propriamente mental, pois, mesmo sob o palco da cidade, ela ainda acontece quando se flutua a atenção pelo que se fala.
É uma relação genuína e solidária, fundamental para que o acompanhado volte a viver na cidade. Do mesmo modo, o acompanhante ressignifica suas passadas pela urbe. Nesse sentido, afirma-se a interpenetrabilidade dessa relação.
É uma relação de dois, constituída de ilhas abertas, fundante na fala, por isso carrega uma qualidade de “novidade absoluta”.
Acontece a partir de múltiplos contágios experimentados e pertencentes à polis.
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