O Orientador Educacional (OE) deve atuar no
reconhecimento e na valorização da singularidade de
cada estudante. O conto "O Mundo", do escritor Eduardo
Galeano, utiliza a metáfora das "fogueirinhas" para
ilustrar essa diversidade:
"Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. [...] Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas. Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo."
(Fonte: O Mundo, Livro dos Abraços. Eduardo Galeano.) Considerando o papel do OE de potencializar a "luz própria" dos estudantes e fomentar a autoconfiança, a estratégia metodológica mais alinhada à metáfora de Galeano de "incendiar a vida com tamanha vontade" é:
Considerando o papel do OE de potencializar a "luz própria" dos estudantes e fomentar a autoconfiança, a estratégia metodológica mais alinhada à metáfora de Galeano de "incendiar a vida com tamanha vontade" é:
"Cada pessoa brilha com luz própria entre todas as outras. Não existem duas fogueiras iguais. [...] Existe gente de fogo sereno, que nem percebe o vento, e gente de fogo louco, que enche o ar de chispas. Alguns fogos, fogos bobos, não alumiam nem queimam; mas outros incendeiam a vida com tamanha vontade que é impossível olhar para eles sem pestanejar, e quem chegar perto pega fogo."
(Fonte: O Mundo, Livro dos Abraços. Eduardo Galeano.) Considerando o papel do OE de potencializar a "luz própria" dos estudantes e fomentar a autoconfiança, a estratégia metodológica mais alinhada à metáfora de Galeano de "incendiar a vida com tamanha vontade" é:
Considerando o papel do OE de potencializar a "luz própria" dos estudantes e fomentar a autoconfiança, a estratégia metodológica mais alinhada à metáfora de Galeano de "incendiar a vida com tamanha vontade" é: