A reforma psiquiátrica no Brasil trouxe no seu bojo uma mudança significativa, principalmente na forma como a sociedade enxerga e lida com a loucura no cotidiano das relações entre esses sujeitos e os territórios por onde circulam, conforme referencia Braga, em seu artigo “Cidades múltiplas, vidas singulares” (2016).
Nessa perspectiva, e considerando os novos dispositivos de saúde mental, é incorreto afirmar: