Para Dewey, o conhecimento é uma atividade dirigida que não tem um fim em si mesmo, mas está voltado para a experiência. As ideias são hipóteses de ação e, como tal, são verdadeiras à medida que funcionam como orientadoras da ação. Portanto, tem valor instrumental para resolver os problemas colocados pela experiência humana.
(ARANHA, Maria Lúcia de Arruda. História da Educação e da Pedagogia: geral e do Brasil. 3ed. São Paulo: Editora Moderna, 2006. p. 261.)
Considerando-se o pressuposto acima, pode-se afirmar que Dewey, ao estimular a atividade dos alunos para a aprendizagem, enfatizava: