Um adolescente, do sexto ano do ensino fundamental, é considerado muito agressivo com os colegas, dá socos e chutes, e assedia as garotas. A escola relata que a mãe, durante uma advertência do estudante na escola, ameaçou punir o filho, que gritava e chorava pedindo socorro. Certo dia os estudantes promoveram um festival de dança, e o estudante em questão, no jogo musical com os seus pares, apresentava um outro território existencial diverso do protagonista de conflitos. A equipe gestora e o grupo de professores interromperam a festa. A gestão da escola argumentou que poderia haver uso e possível tráfico de drogas durante a festividade, o que levou ao cancelamento do festival.
Segundo Vicentin & Gramkow (2018), essa cena evoca