Para estimar a gravidade da insuficiência cardíaca, tem-se utilizado a classificação proposta pela NYHA (New York Heart Association), a qual se baseia na relação entre sintomas e quantidade de esforço necessária para provocá-los, conforme descrito na tabela a seguir:
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Classe Funcional |
Definição |
Descrição dos sintomas |
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I |
Paciente com doença cardíaca, mas sem limitação para atividades habituais |
Assintomático |
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II |
Sintomas com atividades habituais e limitação leve |
Dispnéia aos moderados esforços |
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III |
Sintomas com atividades menos intensas que as habituais e limitação importante |
Dispnéia aos pequenos esforços |
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IV |
Sintomas com qualquer atividade e ao repouso |
Dispnéia em repouso |
Figura 1 – Classificação da NYHA (New York Heart Association)
Após observar a tabela, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Medidas terapêuticas não farmacológicas, tais como dieta, atividade física, atividade laboral e aspectos psicossociais são utilizadas para tratamento de insuficiência cardíaca, na tentativa de minimizar os sintomas.
( ) A prescrição do exercício deve ser feita em grupos de pacientes, de acordo com o grau da insuficiência cardíaca e idade do paciente, sempre sob supervisão, particularmente nas classes III e IV.
( ) Cansaço excessivo, sudorese tontura, palidez e arritmias cardíacas são sintomas comuns em pacientes com insuficiência cardíaca inseridos em um programa de reabilitação e não são critérios para que os exercícios sejam interrompidos.
( ) A reabilitação cardíaca supervisionada é indicada exclusivamente para pacientes classificados nas fases II e III.
( ) Fazem parte da avaliação fisioterapêutica do paciente que iniciará um programa de reabilitação cardíaca alguns testes específicos: Teste de Caminhada de 6min, teste de sentar e levantar, avaliação da força muscular respiratória, questionário de qualidade de vida.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.