Caso hipotético 1 para responder à questão.
Considere uma paciente de 27 anos de idade, com tromboembolismo pulmonar prévio e sinais clínicos atuais de trombose venosa profunda, muito dispneica aos esforços, com frequência cardíaca de 90 bpm, sem histórico de cirurgia prévia ou imobilização e nem histórico de hemoptise ou doença maligna, e com infarto do miocárdio recente (< 30 dias). Sabe-se que essa paciente usa anticoncepcional oral.