Não há produção de saúde sem produção de saúde mental. Logo, é preciso levar em conta que, ao se receber cuidados em saúde, devem ser consideradas as dimensões biológica, psíquica e social dos indivíduos. Se uma criança ou um adolescente apresenta algum grau de sofrimento (com angústias, medos, conflitos intensos, por exemplo), não será possível tratar a respectiva saúde sem considerar esse componente emocional/relacional significativo.
A respeito da política de atenção psicossocial à criança e ao adolescente, julgue os itens a seguir.
Com base na noção de clínica ampliada e na complexidade das intervenções em saúde mental, álcool e outras drogas, é fundamental a construção cotidiana de uma rede de profissionais, ações e serviços para a garantia do acesso de crianças, adolescentes e jovens aos cuidados nessa área, caracterizando a diretriz da política de saúde mental infantojuvenil denominada encaminhamento implicado e corresponsável.