Para nós, que usamos a definição proposta por Ramón Slaverría, Pere Masip e Jose-Alberto García-Avilés em Convergencia digital. Reconfiguración de los medios de comunicación em España (SALAVERRÍA; GARCÍA-AVILES; MASIP, 2010, p. 48), convergência se trata de “um processo multidimensional que, facilitado pela implantação generalizada das tecnologias digitais de telecomunicação, afeta o âmbito tecnológico, empresarial, profissional e editorial dos meios de comunicação, propiciando uma integração de ferramentas, espaços, métodos de trabalho e linguagens anteriormente desintegrados, de forma que os jornalistas elaboram conteúdos que se distribuem para múltiplas plataformas, mediante as linguagens próprias de cada uma. (DÍAZ-NOCI, 2010, p. 562).
Tomando-se como base o texto, pode-se afirmar:
A convergência é um fenômeno que prova que um meio não suprime o outro, mas se adapta, o que equivale dizer que o impresso não deve desaparecer mesmo com o aparecimento dos tablets.