Um paciente de 32 anos é encaminhado com histórico
de relacionamentos interpessoais intensos e instáveis,
alternando entre idealização e desvalorização dos
outros. Apresenta esforços frenéticos para evitar
abandono real ou imaginado, automutilação não suicida
em situações de estresse relacional, e sentimento
crônico de vazio. Seu humor é marcadamente reativo,
com episódios de raiva intensa e desproporcional.
Contudo, diferentemente do Transtorno de
Personalidade Borderline (TPB), esse paciente nunca
apresentou ideação paranoide transitória relacionada ao
estresse, nem sintomas dissociativos significativos.
Considerando a precisão diagnóstica do DSM-5, a
alternativa que melhor avalia essa apresentação é: