Com relação a Psicopatologia não podemos afirmar:
A escola psicopatológica descritiva interessa-se fundamentalmente pela forma das alterações psíquicas, aquilo que caracteriza a vivência patológica como sintoma mais ou menos típico;
Em relação ao diagnóstico encontramos uma posição que afirma que este não tem nenhum valor, pois cada pessoa é uma realidade única e inclassificável;
A escola psicopatológica dinâmica interessa-se pelo conteúdo das vivências, os movimentos internos dos afetos, desejos e temores do indivíduo, sua experiência particular e pessoal;
Outra posição diz que o diagnóstico é imprescindível na avaliação das patologias mentais, pois observar os aspectos singulares e subjetivos do indivíduo é muito importante, mas sem um diagnóstico psicopatológico aprofundado não se pode compreender adequadamente o paciente e seu sofrimento, nem escolher o tipo de estratégia terapêutica mais adequada.
Através da entrevista psicopatológica, chegamos a dois aspectos da avaliação: anamnese, ou seja, o histórico dos sintomas e sinais/signos que o paciente tem apresentado ao longo de sua vida, e exame psíquico ou exame do estado mental, que são relevantes e únicos para a aproximação afetiva.
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