Isabel Marques fala sobre a identidade dos nossos corpos: “Hoje já podemos reconhecer que o corpo é socialmente construído, pois o corpo humano é nele mesmo uma entidade política inscrita, sendo sua fisiologia e morfologia formadas por histórias e práticas de constrição e controle’ (Bordo, 1993, p. 21). Com isto, nosso corpo é a expressão de nosso gênero, etnia, faixa etária, crença espiritual, classe social etc”. Sob essa perspectiva, os PCN – Arte compreendem que a escola pode desempenhar papel importante na educação dos corpos e do processo interpretativo e criativo de dança, pois dará aos alunos subsídios para melhor compreender, desvelar, desconstruir, revelar e, se for o caso, transformar as relações que se estabelecem entre dança e: