Situação hipotética: Uma pesquisa historiográfica
sobre o movimento abolicionista no Brasil se restringe a
analisar os discursos de políticos e intelectuais brancos da elite.
Assertiva: Essa abordagem é insuficiente, pois desconsidera a
agência e o protagonismo de africanos e afrodescendentes
escravizados e libertos, que, por meio de diferentes estratégias
de resistência e articulação, foram sujeitos ativos na luta pela
abolição e na construção da pós-abolição, e que são peças
centrais para a compreensão integral do movimento.