A farmacogenômica, consolidada como eixo
central da medicina personalizada, investiga variantes
genéticas que influenciam a farmacocinética e a
farmacodinâmica, modulando tanto eficácia quanto
toxicidade. Estudos clássicos de Evans & McLeod
(2003) e Relling & Evans (2015) apontam que, embora
múltiplos marcadores sejam estudados — como
CYP2C19, TPMT, VKORC1 e SLCO1B1 — apenas
alguns alcançaram incorporação obrigatória em
protocolos clínicos de triagem pré-terapêutica,
constituindo referência normativa em saúde pública.
Considerando esse enquadramento, qual proposição
corresponde ao exemplo mais inequívoco de aplicação
clínica consolidada da farmacogenômica?