A história literária “oficial” nos tem apresentado uma listagem de nomes alinhados em sequência cronológica, como se essa fosse a única lógica. A própria concepção romântica da história, como embate de antagonismo, foi assimilada e normalizada pelo racionalismo positivista sob a forma de sucessão mecânica, linha oscilante, mas contínua. Conforme os manuais literários que ainda reinam nas instituições de ensino, os “movimentos” ou “escolas” ter-se-iam sucedido uns aos outros. Segundo um balando regular e compreensível: oposições e sínteses.
PERRONE-MOISES, Leyla. Altas Literaturas. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 28, com adaptações.
Acerca da história literária brasileira, assinale a alternativa correta.